Incêndio mata mais de 10 pessoas dentro de shopping

Cerca de 16 pessoas morreram devido a um incêndio em uma loja de departamentos na província de Sichuan, no sudoeste da China, na noite desta quarta-feira (17), conforme divulgado pela mídia estatal nesta quinta-feira (18). O prédio atingido tem 14 andares em uma zona de alta tecnologia da cidade de Zigong.

Toda a vizinhança do local foi atingida por uma ampla fumaça, de acordo com a agência de notícias Xinhua. Somente às 3h (horário local), o trabalho de resgate noturno terminou.

De forma preliminar, a investigação mostrou que o incêndio ocorreu em um canteiro de obras. Do mesmo modo, outras investigações estavam em andamento para identificar a causa específica do incêndio.


Fonte: Bnews
Foto: Reprodução/Vídeo

Carreta Furacão é condenada em R$ 70 mil por uso indevido do “Fofão”

 

Carreta Furacão foi condenada, em segunda instância, a pagar uma indenização de R$ 70 mil por danos morais à família de Orival Pessini, criador do personagem "Fofão". Além disso, a decisão também determina que o grupo não pode usar a imagem do personagem “Fonfon” em suas apresentações e peças publicitárias. A informação é do portal Migalhas.

De acordo com a decisão, Orival Pessini teria manifestado, em vida, o desejo de que seu personagem fosse utilizado apenas para o entretenimento do público juvenil, proibindo outras finalidades, e que após o falecimento do criador, as máscaras e trajes do personagem foram destruídos para evitar usos indevidos.

Por sua vez, a Agência Artística S/S Ltda. alegou que criou o personagem “Fonfon” como uma paródia, argumento que não foi aceito pela Corte.

A decisão de manter a proibição do uso do personagem e a condenação ao pagamento de indenização por danos materiais e morais no valor de R$ 70 mil, com atualização e juros desde a violação dos direitos, foi baseada na lei de direitos autorais (lei n° 9.610/98).


Fonte: Bnews
Foto: Divulgação

Ação judicial pede que WhatsApp pague R$ 1,7 bilhão por violar política de privacidade


O Ministério Público Federal (MPF) e o Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC) ajuizaram uma ação civil pública contra o WhatsApp, buscando uma indenização de R$ 1,7 bilhão por violações de privacidade e transparência. As mudanças na política de privacidade da empresa, implementadas em 2021 sem a devida comunicação, são acusadas de desrespeitar a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e permitir o compartilhamento abusivo de dados dos usuários com outras plataformas do Grupo Meta, como Facebook e Instagram.

De acordo com a ação, o WhatsApp forçou a adesão às novas políticas sem fornecer informações claras e detalhadas sobre as mudanças. A medida foi tomada em um momento crítico, durante a pandemia de covid-19, de acordo com o portal Migalhas, quando o aplicativo era essencial para a comunicação. Usuários que não concordassem com os novos termos enfrentariam a restrição de acesso ao serviço.

O valor da indenização foi baseado em multas aplicadas ao WhatsApp na União Europeia por infrações semelhantes, onde a empresa foi penalizada em 230,5 milhões de euros. Considerando o grande número de usuários no Brasil (aproximadamente 150 milhões) e a capacidade financeira do Grupo Meta, o MPF e o Idec calcularam a indenização em R$ 1,733 bilhão. Se concedida, a indenização será destinada a projetos financiados pelo Fundo de Defesa de Direitos Difusos.

Além da indenização, a ação exige que o WhatsApp cesse imediatamente o compartilhamento de dados pessoais com outras empresas do Grupo Meta para finalidades como publicidade personalizada. Também é solicitado que o aplicativo forneça opções claras para os usuários recusarem as mudanças ou cancelarem a adesão, sem perder o acesso ao serviço.

Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) também é ré na ação, acusada de falhas na fiscalização das práticas do WhatsApp. Inicialmente colaborativa, a ANPD mudou sua postura em 2021, impondo sigilo sobre o procedimento e dificultando o acesso a informações. O MPF e o Idec pedem que a ANPD apresente cópias integrais de seus processos e justifique o sigilo imposto.

A ação civil pública está em tramitação na Justiça Federal.



Fonte: Bnews
Foto: Pixabay/@pixabay

Associação aponta falhas em estudo sobre teor alcoólico de pães de forma

 

A Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias, Pães e Bolos Industrializados) criticou um estudo divulgado na semana passada, que apontou que algumas marcas populares de pão de forma apresentam alto teor alcoólico.

Na pesquisa da Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), chamada de "Tem álcool no seu pão de forma", foram analisadas dez marcas e seis foram consideradas alcoólicas caso fossem bebidas, por ultrapassarem 0,5% de teor de álcool em sua composição.

Os motivos da presença de álcool, segundo o estudo, seriam os altos teores de agentes conservantes antimofo.

Em nota, a Abimapi afirmou que não concorda com o relatório e apontou falhas de procedimento. "Na conclusão, a Proteste comparou seus resultados com valores descritos em legislações de bebidas alcoólicas, sem estabelecer relação do possível álcool presente em alimentos e o álcool das bebidas alcoólicas", diz a associação.

"Os resultados do teor alcoólico nos pães de forma foram comparados com o teste de bafômetro, sem considerar a ingestão dos pães. A comparação foi feita apenas por uma regra de três, o que é inadequado" completa.

A associação do setor de pães também assinala que "a pesquisa é assinada por um profissional que não apresenta o número de registro no CREA [Conselho Regional de Engenharia e Agronomia]".

Em comunicado, a Proteste responde afirmando que os testes foram realizados por um laboratório devidamente acreditado no INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Indústria) e no Ministério da Agricultura e Pecuária.

"O teste foi assinado e conduzido por responsável técnico. A metodologia utilizada pelo laboratório parceiro foi a de Cromatografia a Gás com detecção no headspace (gás volatizado) a quantidade de etanol na amostra" disse a Proteste

A Associação informa que todos os laudos foram encaminhados para a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), para que todas as medidas legais e administrativas fossem tomadas.

"A nota de discordância da Abimapi faz parte do Estado Democrático de Direito, entretanto, entendemos que a referida associação também deveria se preocupar com os resultados dos testes em questão. A Proteste, ao divulgar os resultados dos testes realizado por laboratório devidamente acreditado, apenas exerce o direito constitucional à informação e qualquer tentativa de impedir essa informação, deve ser considerada uma censura" afirmou.


Fonte: Bahia Notícias
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Anvisa confirma novo caso de malária em navio fundeado em Santos

Por Luciano Nascimento

Um novo caso de malária foi registrado no navio Common Galaxy, fundeado em Santos. Este é o segundo tripulante da embarcação - que passou pela Costa do Marfim - a testar positivo para a doença.

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o paciente não apresenta sintomas e está sendo tratado a bordo do navio. O primeiro caso de malária no Common Galaxy foi registrado no dia 7 de julho. Antes, a Anvisa já havia confirmado outro caso em 4 de julho, no Genco Picardy, que saiu do continente africano em 20 de junho.

Após apresentar os sintomas de febre e dores musculares, os dois tripulantes foram levados para o Hospital Beneficência Portuguesa de Santos.

“Na semana passada foram concluídas a desinsetização e a testagem de todos tripulantes do Genco Picardi e do Common Galaxy. A primeira embarcação não registrou novos casos, enquanto a Common Galaxy registrou um novo caso de malaria, cujo paciente esta sendo tratado a bordo e sem sintomas”, informou hoje (17), a Anvisa em nota.

As duas embarcações possuem bandeira das ilhas Marshall e transportam carga de açúcar a granel. De acordo com a Autoridade Portuária de Santos (APS), a previsão é que o Genco Picardi atraque nesta quarta-feira. Não há informação disponível na página da APS sobre a data de atracação do Common Galaxy.

Desinsetização

gera“Na semana passada, foram concluídas a desinsetização e a testagem de todos tripulantes do Genco Picardi e do Common Galaxy. A primeira embarcação não registrou novos casos, enquanto a Common Galaxy registrou um novo caso de malária, cujo paciente esta sendo tratado a bordo e sem sintomas”, informou a Anvisa nesta quarta-feira (17), por meio de nota.

As duas embarcações possuem bandeira das ilhas Marshall e transportam carga de açúcar a granel.

Não há informação disponível na página da Common Galaxy sobre a data de atracação do navio Common Galaxy.

De acordo com a Autoridade Portuária de Santos (APS), a previsão é que o navio Genco Picardi atraque ainda hoje. Não há informação disponível na página da APS sobre a data de atracação do Common Galaxy.


Fonte: Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Dois celulares são roubados ou furtados por minuto no Brasil

 

No Brasil, quase dois celulares são roubados ou furtados por minuto. Quase um milhão de ocorrências foram registradas em delegacias de todo o país em 2023. Os dados são do 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira (18), pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Os dados mostram que, pela primeira vez, o número de furtos, ou seja, a subtração dos aparelhos sem o uso da violência, superou o de roubos de aparelhos, com 494.295 contra 442.999 casos, respectivamente, ao longo de 2023. No total, foram 937.294 ocorrências nas delegacias brasileiras.

Apesar de serem altos, em relação a 2022, os números de roubos e furtos de celulares, em termos globais, apresentaram redução de 4,7%. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o número de ocorrências mostra a centralidade que tais aparelhos ocupam na nova dinâmica dos crimes patrimoniais. Os celulares se consolidam como porta de entrada frequente para outras modalidades delituosas em ascensão, como estelionatos e golpes virtuais.

A marca mais visada pelos criminosos foi a Samsung, com 37,4% dos casos, seguida pela Apple, com 25%, e pela Motorola, com 23,1%. Embora respondam por apenas 10% do mercado nacional, os iPhones representam uma em cada quatro subtrações de aparelhos. O Fórum ressalta que quando se atenta a proporções, é possível dizer que os usuários da Apple correm mais riscos na comparação com aqueles que utilizam telefones de outras marcas.

Segundo a publicação, em 78% das ocorrências, os criminosos optaram por vias públicas. Os casos são mais frequentes em dias de semana, em especial entre segundas e sextas-feiras, com prevalência entre 5h e 7h da manhã e o período entre 18h e 22h – horários em que, geralmente, a população está em deslocamento nas grandes metrópoles, indo ao trabalho ou voltando para casa.

No caso dos furtos, as vias públicas responderam por 44% dos registros, seguidas dos estabelecimentos comerciais/financeiros e residências, com 14% e 13% das ocorrências, respectivamente. Ao contrário dos roubos, os furtos de celulares são mais comuns nos finais de semana, que concentram 35% dos casos. Nessa categoria, os criminosos escolhem horários com movimento reduzido nas cidades, principalmente entre 10h e 11h e a partir do meio da tarde, por volta das 15h, até 20h.

De acordo com o anuário, as cidades com as maiores taxas de roubo e furto de celulares são: Manaus, com 2.096,3 casos a cada 100 mil habitantes; Teresina, com 1.866; São Paulo, com 1781,6; Salvador, com 1.716,6; e Lauro de Freitas (BA), com 1.695,8. A taxa do Brasil é de 461,5 ocorrências registradas para cada 100 mil habitantes. Entre as 50 cidades com maiores taxas de roubo e de furto de celular, 15 estão localizadas no estado de São Paulo.

Um golpe a cada 16 segundos
A publicação mostra ainda que os roubos de rua cederam lugar a estelionatos quando se observa o quadro de preferências criminais contemporâneas. Houve um total de 1.965.353 registros de estelionatos no ano passado, ou seja, um golpe a cada 16 segundos. O crescimento, em relação a 2022, foi de 8,2%. Em relação a 2018 houve alta de 360%.

Por outro lado, houve queda, entre 2022 e 2023, em seis diferentes modalidades de roubos: a estabelecimentos comerciais (18,8%); a residências (17,3%); a transeuntes (13,8%); de cargas (13,2%); de veículos (12,4%); e de celulares (10,1%).

“A gente está tendo uma mudança de paradigma na criminalidade patrimonial no Brasil e isso tem, evidentemente, bastante relação com os celulares, que acabam sendo a porta de entrada para esse mundo híbrido que a gente vive, com a digitalização das finanças, com a utilização das redes sociais”, diz o coordenador de projetos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, David Marques.

“O celular tem o seu valor pelo aparelho, pelo seu valor de uso, mas também pelo que o celular dá acesso, que são as informações pessoais, são as informações bancárias, são as redes sociais das pessoas. Então, esse é um fenômeno que já vinha em curso, mas ele se aprofundou, se acelerou bastante a partir do contexto da pandemia e que segue aí chamando atenção enquanto uma mudança realmente de paradigma na dinâmica criminal dos crimes patrimoniais”.

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública é baseado em informações fornecidas pelos governos estaduais, pelo Tesouro Nacional, pelas polícias civil, militar e federal, entre outras fontes oficiais da Segurança Pública.


Fonte: Agência Brasil
Foto: Divulgação SSP